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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

HISTÓRIAS - BLOCO DOS DEMOCRÁTICOS




DEMOCRÁTICOS EM TODOS OS TEMPOS

 (1935-1960)

Última atualização 

Sede Social 

   Naquele tempo, os bailes de carnaval se realizavam no Clube Santarritense ou no cinema, sendo que ambos os locais não comportavam as tocidas dos blocos. 

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Clube Santarritense 


Cine Theatro


  Pelo anos 40, José Ribeiro da Silva, Frederico Adami e José Andrade Moreira, compraram o prédio do Clube Santarritense e doaram como sede social ao Democráticos. Desativada e demolida a antiga sede, em 1980, o bloco dos Democráticos voltou a ter em um barracão oficina, sua sede própria, construída em terreno doado pela Sra. Yvone Toledo Rennó, à rua Antônio Ribeiro Magalhães, s/n. 



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DEMOCRÁTICOS EM TODOS OS TEMPOS


 (1935-1960)


     Foi fundado em 1935, de uma conversa de amigos, incentivados por Ângelo Bonorino, o popular Gaúcho, nasceu o bloco. Seu nome vem da grande simpatia que Gaúcho nutria pelo Bloco dos Democráticos, do Rio de Janeiro, onde também era sócio.
     

     Preto e branco seriam suas cores, Cartola, Bastão e Luvas seus símbolos. Aderindo a ideia, o Maestro Carmelo Carneiro de Abreu e o Professor Franklin de Almeida Magalhães ( este último membro da Academia Mineira de Letras), assumiram a música e a letra respectivamente, do Hino que até hoje faz vibrar tanta gente.



     O estandarte, idealizado por José Joaquim Ribeiro (Zé Salmira), foi esboçado por Antônio Silva e Waldemar Figueiredo, ambos professores de desenho. As mesmas características, são mantidadas  até hoje e através dos tempos, apenas dois foram confeccionados, o primeiro pela Sra. Maria de Franco Seda e o segundo, pela Sra. Maria Ezília Costanti de Araujo.

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Antigo

Novo

     Eleita a primeira diretoria, os ensaios em barracões, armazéns de café, nas ruas e praças da cidade, tiveram início. A partir daí, os Democráticos passaram a alegrar as noites carnavalescas.



REMINISCÊNCIAS
     Sábado de Carnaval (1935) – Fantasiados de Ciganos, desceram da Praça Américo Lopes, o tradicional e cobiçado morro do Zé da Silva, numa contagiante alegria que contou com uma torcida que, ao longo do tempo, cresceu, avolumou-se e consolidou na fantástica torcida de hoje.

     Domingo – Fantasia de Granadeiros (1935)
     Segunda-feira – Saudosa lembrança, moças rapazes, engalanados como para um grande baile, rodopiaram pelas ruas da cidade em traje à rigor, que se tornou tradição pelos carnavais afora (a conhecida Noite de Gala).

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    Terça-feira – Foi exibida a mesma fantasia de granadeiros, mas numa apoteótica apresentação. Todo o Bloco, iluminado pelo farol da Rede Ferroviária, ofereceu um espetáculo singular. Cavalos montados por soldados do 8° Regimento de Artilharia Montada, de Pouso Alegre, abriram alas e, ao toque de clarim, majestosa em seu cavalo negro, entrou na praça a Rainha Maria de Lourdes Brigagão Ferreira de Franco cantando a inédita Marcha dos Granadeiros e encantando a todos.







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